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Abrindo-nos às infinitas possibilidades Imprimir E-mail

Recentemente, encontrei-me diante de uma situação pela qual pude constatar como ainda estava presa a memórias equivocadas que reduzem nossa realidade somente aos possíveis caminhos ditados pela nossa mente limitada.

Percebi que em determinada situação estava presa a possibilidades extremamente reduzidas... e vi que uma parte de mim, quando se trata de coisas mais práticas, ainda acreditava que as coisas só poderiam acontecer se percorressem aqueles caminhos que eu conhecia...
Acreditava... pois, ao constatar isso... quando minha mente percorria os caminhos conhecidos, já querendo me convencer da dificuldade das coisas para fluírem naquela situação... parei por um segundo... e vi claramente como aquela era só uma parte infinitamente pequena... e que, além dos limites da minha mente... além dos limites dos caminhos conhecidos... existiam infinitas possibilidades...

Veio-me a imagem de um espaço com inúmeros pontos de luz que brilhavam e pulsavam indicando possibilidades infinitas de criação que existem disponíveis quando nos abrimos para elas... e foi quando percebi um ponto opaco no meio de tantos que brilhavam... e minha atenção se focou naquele ponto por um instante... de repente, todos os outros deixaram de existir e fiquei restrita àquele ponto...

Logo me dei conta daquilo que essa imagem me mostrava e imediatamente tudo voltou a brilhar e a pulsar, e o ponto opaco, que representava as soluções oferecidas por minha mente, desapareceu no meio dos outros pontos brilhantes...

Nos dias que se seguiram, cada vez que tentava limitar minha realidade ao que era conhecido, e, portanto, já pertencia ao passado, lembrava-me daquela imagem e sentia claramente como conseguia soltar mais e mais o controle e acreditar cada vez mais que para cada problema existem infinitas soluções... que não passam necessariamente pelo que conhecemos através de nossa mente racional...

Alguns dias depois... naquela situação, aconteceu algo inesperado e que eu nunca conseguiria imaginar... Parece que o Universo queria mesmo me mostrar que, quando soltamos o controle, as soluções podem vir de forma inacreditavelmente simples e inusitada...

Entendi como as memórias equivocadas que geralmente traçam os caminhos possíveis para nossa mente, impedem o acesso às infinitas possibilidades.

Quando focamos somente naquilo que acreditamos ser possível, estamos impedindo que se manifestem todas as outras possibilidades... e com isso limitamos a nossa vida aos mesmos velhos e conhecidos caminhos.

Estar aberto e presente para perceber o ilimitado pode nos surpreender com coisas nunca imaginadas...
Por que viver só com nossas soluções do ego, se nossa Alma nos acena com o infinito?

Rubia A. Dantés

 
A hora é agora... o Amor é o Caminho... Imprimir E-mail

Acostumamo-nos tanto a sermos guiados pela personalidade.... nossa e dos outros... que fica difícil acreditar que podemos ser guiados por Inspiração Divina... e que isso não requer planos nem preparativos a não ser a disposição de estarmos inteiros no presente para receber esse fluxo que nos chega abundantemente momento a momento...

Acostumamo-nos tanto a planejar nossas vidas e a colocar tudo em agendas fixas que nos esquecemos de deixar espaço para o inesperado... para a intuição... que nos fala pela voz do coração.

Acostumamo-nos a tantas coisas... que fica mesmo difícil, às vezes... a gente se abrir para receber o simples e natural, que chega quando permitimos que a voz do coração nos fale... silenciosa... inesperada... em insights preciosos que podem mudar nossa vida para sempre...

Mas... se nos acostumamos a tantas coisas que não deram certo... que nos limitam e sufocam... será que não é a hora de deixar de seguir essas coisas que não nos levaram a nada, a não ser a dar voltas e voltas em torno dos mesmo problemas... e aprendermos a seguir a voz do coração... da nossa intuição...

É nosso direito recebermos Inspiração Divina o tempo todo... mas, para isso, é preciso limpar as memórias que nos fazem reagir à vida em vez de vivê-la... e a partir do Vazio acessar Todas as Possibilidades...

Sei que seguir o que vem de fora e que é estabelecido como normal, parece muito mais fácil, porque não requer responsabilidade... se todo mundo faz assim...
No entanto, por incrível que pareça, ainda que fazendo o que todo mundo faz nos deixe tristes e sem perspectivas, muitas vezes preferimos ficar assim a arriscar o novo... o desconhecido...
O caminho do coração não leva em conta nada que não seja o desejo mais profundo da nossa Alma... Não leva em conta regras... padrões... religiões... nem nada que foi estabelecido para nos manter sob controle. O caminho do coração quer nos mostrar que existe muito mais vida a ser acessada do que aquela que estamos acostumados a viver...
Requer coragem, porque nos leva ao desconhecido... desconhecido para o ego, pois nossa Alma reconhece muito bem a atmosfera que reina nesses caminhos.

Romper com o velho... deixar ir os planos da mente... assumir responsabilidade de seguir o coração, pode não parecer o mais fácil, mas com certeza é o mais simples e abre portas para a felicidade tão sonhada. Uma felicidade que não se adapta aos conceitos do ego, porque pode parecer muito simples e natural demais...

Mas existe coisa mais simples e natural do que Ser quem você realmente é?
Não deveria existir, mas... passamos a vida aprendendo a ser tanta coisa diferente... que agora... o que deveria ser simples nos parece complicado e difícil de alcançar...
Complicamos tanto as coisas e aprendemos a dar valor ao complicado que a felicidade que vem do simples fica quase irreconhecível para o nosso ego...

As memórias equivocadas acumuladas ao longo de vidas e vidas nos ensinam a ter medo de nos mostrar como somos... e se não podemos nos mostrar como somos inventamos uma porção de falsos eus para nos representar...

E agora... nessa hora onde tudo nos indica que é tempo de mostrar o que viemos fazer aqui... hora de revelar nossa verdadeira identidade... esse medo pode até tentar... mas não tem a força para impedir o nosso Propósito Divino de se manifestar... não tem a força de nos impedir de seguir o caminho do Coração...

O Amor sempre nos guia melhor do que o medo...
A hora é agora... o Amor é o Caminho...

Rubia A. Dantés

 
Aceitação Imprimir E-mail

As coisas não estavam fluindo como eu esperava em determinada situação e... segundo a minha visão do que deveria acontecer em determinado tempo, eu diria que as coisas não estavam dando certo.

Fazia Ho’oponopono e nada mudava... Até que uma noite, lendo o livro As sete leis espirituais do sucesso li sobre a aceitação... e aquilo serviu como uma luva, era tudo que eu precisava ouvir.
"Hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, todos os fatos como eles se manifestarem". Saber que o momento é como deve ser. Dizer a si mesmo: "minha aceitação será total e completa; verei as coisas como são no momento em que ocorrerem e não como eu gostaria que fossem".
... uma ficha caiu... o não estar dando certo era o meu julgamento sobre a situação, um julgamento que poderia ser baseado em memórias equivocadas... e esse julgamento não estava dando espaço para nenhuma outra possibilidade além daquela que eu esperava... eu estava resistindo a tudo que não fosse aquilo.

Aceitei o momento... não resistindo ao presente, sabendo que tudo era como tinha que ser e que as coisas poderia estar dando certo... e eu que não estava percebendo. Me lembrei que o nosso desejo da personalidade pode não ser exatamente o que é o desejo da nossa Alma... e, mesmo que em alguns casos fosse, o nosso tempo é muito diferente do tempo natural... e com a nossa pressa... acabamos limitando a ação do Universo, querendo que tudo chegue a tempo e a hora... e quando não chega, logo pensamos que não está dando certo, criamos resistência e com isso nos desligamos do fluxo natural.
Enfim... quando aceitei completamente a situação, fiquei calma, parece que saiu um peso enorme de dentro de mim que eu nem tinha percebido como estava me afetando.
Quando fazemos Ho’oponopono, somos inspirados a fazer determinada coisa ou somos levados ao que precisamos no momento... Entendi que a Divindade me guiou para ler sobre a aceitação para me mostrar algo que precisava naquela hora.

Alguns dias depois, as coisas fluíram e se manifestaram naquela situação da forma mais perfeita... sem esforço e com leveza... que nem em meus planos mais perfeitos eu poderia imaginar...

Muitas vezes, acreditamos que as coisas só acontecem se percorrerem determinados caminhos, e que leva um tempo certo para que elas aconteçam. Aprendemos assim... mas, para o Grande Mistério não existem limites nem condições.

Julgamos o tempo todo os acontecimentos tendo como referência as nossas experiências passadas, baseadas no que é conhecido, e com isso fechamos a porta para o novo... para o desconhecido.
Quando tomamos para nós a escolha de fazer as coisas do nosso modo, abrimos mão de todas as outras possibilidades, porque limitamos a ação do Universo, quando resistimos ao que Ele nos traz, se aquilo não se encaixa nos nossos planos.

O que chamamos Milagre pode fazer parte do nosso dia-a-dia quando estamos em sintonia com o que é natural e simples e podemos nos surpreender com coisas que pareciam impossíveis de acontecer, naturalmente acontecem em um tempo que nem cabe na nossa imaginação...

Aceitar o nosso momento presente é uma chave preciosa... só assim podemos transformar o que é para ser transformado e perceber o que está perfeito como é...

Rubia A. Dantés

 
A voz do medo não é a do coração... Imprimir E-mail

Os medos muitas vezes nos paralisam e nos impedem de viver... passamos a vida com uma atitude defensiva sem nem saber ao certo do que estamos nos defendendo.
Quantas vezes nos deparamos com situações que, assim, do nada, nos dão um frio na barriga e tentamos fugir delas a todo custo... Não sabemos o que tem ali que nos dá um medo inexplicável...

Vi-me, assim, diante de um medo enorme por uma situação que, aparentemente, não tinha nada de ameaçadora, mas a minha primeira reação foi a de fugir e minha mente até que tentou encontrar explicações racionais que justificassem aquele medo.... mas nada lógico foi encontrado como motivo...

Claro que fiz o Ho’oponopono para o que estava causando aquele medo.
- Sinto muito, por favor, me perdoe pelo que em mim está causando esse medo, falei mentalmente, assumindo assim 100% de responsabilidade... e a seguir fiz o pedido à Divindade... para limpar o que causara aquele medo... e transmutá-lo em pura Luz.

E mesmo depois de muitos Sinto muito! Te Amo!, ainda não me sentia bem diante da situação... Até pensei se não seria um sinal vindo do meu coração me indicando que não era por ali o meu caminho...
Fiz uma entrega profunda e continuei com o Ho’oponopono... Até que no outro dia senti um alívio e uma força enorme vindo daquela experiência que antes me dava tanto medo... e uma vibração de entusiasmo me mostrou que era mesmo aquele meu caminho.

Certa vez uma pessoa, com a qual tivera um aprendizado precioso, me falou que com frequência temos medo daquilo que mais queremos... e por muitas vezes pude constatar isso, inclusive no encontro dos meus Dons, como já contei aqui, tinha verdadeira aversão pelo computador... medo mesmo... e mais tarde este foi o instrumento pelo qual melhor pude expressar meus dons para o desenho.
Eu tinha um talento natural para desenhar, mas com nenhuma outra ferramenta esse talento fluiu tão bem e com tanta alegria e leveza...
Desenhando no computador o tempo pára e eu me sinto em um outro espaço, de simples felicidade.

Por isso, é preciso atenção para perceber quem está nos guiando... são nossos medos ou é o nosso coração... e ainda bem que temos o Ho’oponopono e outras ferramentas preciosas que limpam a causa dos medos... mesmo daqueles mais intensos.

Sinto que os medos mais profundos só vêm à tona quando estamos fortes o suficiente para liberá-los de vez e seguir nosso caminho rumo à luz.

Em muitas ocasiões evitamos coisas e situações que nos fariam felizes, porque alguma memória liga ainda esses fatos ao sofrimento... e temos muito medo de repetir essa aflição... evitamos o presente por memórias dolorosas do passado.
Mas a dor que vivemos já passou... só a temos na memória porque já foi vivida e isso não quer dizer que a mesma situação irá nos trazer a mesma dor.

Não é por que um relacionamento foi ruim que todos os outros relacionamentos o serão... Não é por que uma comida nos fez mal um dia que vamos deixar de comer...
Mas temos um banco de memórias que quer nos fazer crer nisso e age silenciosamente guiando nossos passos dia após dia... fazendo-nos reagir à vida em vez de vivê-la.

Por isso amo o Ho’oponopono que, ao limpar essas memórias, nos libera para a vida.

Rubia A. Dantés

 
O Manto do Amor... Imprimir E-mail

Uma das coisas mais difíceis do aprendizado é o desapegar-se... deixar ir o que passou... Às vezes, abandonar as coisas que nos trouxeram felicidade e bênçãos é ainda mais difícil porque a gente nem se lembra que precisa se desapegar delas... para poder viver o presente... e poder receber o novo...

Mas... se não soltamos o que foi bom, ocupamos o espaço do que pode ser ainda melhor...

Recentemente me vi passando por uma mudança muito grande que marcava o final de um ciclo e o início de outro... e sinais muito claros me mostravam que um trabalho que foi muito bonito tinha cumprido seu propósito, e que eu precisaria deixar ir para que o novo se manifestasse.

Não foi fácil porque esse tempo foi muito encantado... mas, entre muitos outros sinais, um dia tive um sonho onde eu vi que algo que simbolizava esse trabalho estava se despedindo de mim e indo embora... me deixando dois envelopes de presente... um com dinheiro e outro com cheques de viagem... Eu chorei muito no sonho, mas entendi que o ciclo estava se fechando... e me deixando sinais de abundância...

Acordei e entreguei completamente ao Grande Mistério, para que se cumprisse a Vontade Dele...
Existe um ponto onde sabemos que precisamos deixar ir... mas ainda não vislumbramos o que virá... e nessa hora é preciso confiar... Entendi que o trabalho que estava se fechando tinha sido de muita liberação e que realmente tinha cumprido seu papel, e que agora precisava me despegar...
E assim fiz... Dei um ponto final àquela vivência e me coloquei disponível para o que fosse meu propósito Divino Aqui e Agora... Naqueles dias não sabia o que viria, e nem se viria... mas tinha certeza que não seria eu quem iria determinar os novos caminhos... e sim o Grande Mistério...

Quando parei de resistir... recebi uma nova inspiração e o novo trabalho chegou ainda mais encantado e com uma sincronicidade que me mostrou que realmente posso confiar.

O Trabalho que cumpriu seu ciclo foi o Manto do Casamento... e o novo que chegou foi O Manto do Amor.

Uma semana antes do trabalho, recebo de presente, de uma amiga querida, um livro chamado O Livro do Amor... contando a busca pelo Livro do Amor, que é o evangelho de Jesus Cristo.
Já achei coincidência ter recebido o Livro do Amor uma semana antes do Manto do Amor... e comecei a ler agradecida.

Sempre recebi sinais do pavão como um símbolo de Jesus... e algumas pessoas também me confirmaram isso.
Há mais ou menos um ano e meio, fui almoçar com uma amiga muito querida, a Patrícia Lucchesi, que também havia recebido sinais sobre o pavão ser mesmo um símbolo de Jesus... almoçamos e, depois, olhando as vitrines ali perto, vimos uma linda escultura de pavão. Ficamos encantadas e a Patrícia comprou e me deu de presente...
Olhávamos os detalhes da linda peça quando ela percebeu que o pavão vinha da cidade de Lucca, na Itália, que era a origem da família dela...
Fiquei muito feliz e agradecida com o presente, mas só consegui levar uma vez em um dos trabalhos do Manto do Casamento... sentia que não era a hora...

Ultimamente, a Patrícia vinha recebendo sinais com o número cinco... e volta e meia ela me contava que esse número estava aparecendo muito para ela como se quisesse revelar alguma coisa.

Voltando ao livro... comecei a ler devagar enquanto me preparava para o trabalho... até que cheguei no capítulo cinco que começa assim:
A cidade de Lucca era sagrada pela própria natureza, um dos locais que reconhecidamente possuía uma aura especial desde os tempos mais remotos da história do homem...
E mais à frente... O nome que os nativos de Lucca escolheram como designação, os lucchesi, era uma brincadeira inteligente com palavras. Lucchesi os definia como habitantes de Lucca, mas também como filhos de Lucas evangelista.

Esse capítulo conta, entre outras coisas, que na cidade de Lucca está uma cópia d’O Livro do Amor e que os Lucchesi seguem esse evangelho...

Foi uma bênção esse livro ter chegado assim nas minhas mãos com tanta sincronicidade...

Para completar... a Mulher da Montanha me conta que vai soltar um casal de pavões exatamente no dia 09 de julho, que é o dia do trabalho... é que ela ganhou esses pavões que chegaram lá no dia 9 de junho e precisaram ficar presos por 1 mês até se acostumarem...

E assim foi... no dia 09 de julho, o casal de pavões foi solto e conseguiu descobrir o sentido da liberdade...

Realmente, esse trabalho veio novo e com uma freqüência muito grande de Amor... e sou profundamente grata!

Rubia A. Dantés

 
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